quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

118º 17/07/2006

O moleque passou pela rua
Caminhando cabisbaixo
Pelo que vira
18/07/2006
Só não tinha a certeza
Pensava ser um fantasma
Logo ele que não
Acreditava em quase nada

Seu olhar e seu corpo tremiam
Como se fosse saltar a alma
Chorava em desespero
E eu próprio ao vento perguntei
Do porque de tanto medo

Pegou a minha mão
Levando-me ao encontro
Do seu imaginário
Só que no susto
Não via que seus olhos
Lhe pregava uma peça

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