quarta-feira, 9 de março de 2011

129º-A 07/08/2006

Sentado no banco de parada de ônibus
Crianças cheirando cola e roubando
Bem depressa chegou uma viatura
Colocando todos para correr

Os entregadores de mercadorias que estavam na boléia
Percebendo o furto que as crianças fizeram saíram loucos
A policia e os entregadores
Quando todas as crianças desapareceram nas ruas

De repente a policia parou de nosso lado
Afirmando que a culpa era nossa, dos passageiros.
Deu uma cacetada no banco com um porrete
Afirmando que nesse mundo estar tudo mudado

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