domingo, 9 de janeiro de 2011

05/04/2010 - Sem título

Sou o tudo que pretendo
Às vezes sou o nada
Confuso eu permaneço
Sei que na vida mereço
Todo o seu a preço
De ficar calado
Por não dizer algo
Que te agrade

Na torcida
Permaneço sempre
A intenção de tudo
Voltar ao normal
Que sempre queremos
Deveria ser
Tudo quando queremos
Ou deveremos ter

Estou preso ao passado
Ouço uma canção
Os seus risos
Vêm de longe as lembranças
Fazendo-me ficar alegre

Percorro em imaginação
Todos os lugares
Por onde sempre passamos
Em todos os detalhes
O meu semblante
Fica em sintonia com o dia

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