terça-feira, 25 de janeiro de 2011

068º 16/06/2006

Dentro do coletivo eu sobrevivo
No trajeto nossos momentos
Que vivemos juntos
Sentado e anestesiado
Às vezes vem um riso
Que é preciso me controlar
Para que as pessoas
Não me veja louco
Sim a loucura que cometi
Ter dado o amor
Que nunca recebi
Vejo pela janela carros e pessoas
Viadutos arranha-céu e o verde
Da cidade que teima
Em existir assim como
Ao meu amor
Meu grande amor
Que sinto por te

Logo estou chegando ao fim da viagem
Como todos os dias são sós passagens
De que um dia eu vivi do seu lado
Eu era feliz e hoje eu vi
Que você nunca quis

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