terça-feira, 25 de janeiro de 2011

085º 23/06/2006

Tudo que faço às vezes traço
Sem pensar em nada
Alguns têm azar
Mais azar não será a morte?

Quando estamos vivos
É que sentimos
O pesar de quem se fora
Não sei se é castigo
Às vezes brinco comigo

Dizendo:
Quem parte não retorna
É sinal que do outro lado
É bem melhor

Foi sempre assim
Minha vida inteira
Chorando e sorrindo
Minha vida
Vou levando

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