terça-feira, 25 de janeiro de 2011

071° 19/06/2006

Pensamentos que segue ao longe
Como de uma água da fonte
Que segue rumo ao mar
Meu rio se transborda
Carregando no rio
As tristezas para algum lugar
Traga de volta o amor
19/06/2006
Chegou o fim do mês
Tentei chegar cedo outra vez
Não deu
Minha preguiça me guia
E ainda essa pressa de chegar
Não me alivia

Morro tonto de pensar
Sem nem uma pressa de chegar
Ainda é cedo
Será preguiça ou medo?
20/06/2006
Continuo sem saber
O preço que pagar
Às vezes me aborreço
Por não tentar

Já tentei quase tudo
Dei murros em ponta de faca
Corro por longe do mundo
Porque são eles que me mata

Que nele foi a flutuar
Contra a correnteza
Ela tenta chegar
Para seu berço que antes
Não deveria ter saído
Eu te agradeço

Amanhã tomarei o gosto
De viver essa ilusão
Do quanto me maltrata
Não saber confiar
Em alguém

A proporção não tem medida
Quer ir muito além
Do que viver a vida negativa
Porém vou andando
Com o passar se é tudo
Tem que se levar

Hoje é um novo dia
Correrei para afastar a preguiça
Ela não me atinge
Nem se quer cinge
A minha alma
Que estar calma
Na proporção do tempo
O resto eu invento

Nenhum comentário:

Postar um comentário