domingo, 9 de janeiro de 2011

29/08/2010 - Sem título

I
Tudo no mundo passa um dia
Pessoas nascendo, vivendo e morrendo
Viver de realidade ou fantasia
Esse to momento acontecendo
II
Seres vivos nas lembranças da anarquia
Difamando seus próprios irmãos
Nessas terras o que digo nessa poesia
Misturando-se nessa podridão
III
Não gostaria de mostrar nesses versos
Tudo nesse mundo que há de ruim
Dessas queixas que eu traço
Contrariando mesmo assim
IV
Quando ao final de cada ser
Recebendo o que há de direito
Choro ou alegria poderão ter
Realizando todo o fato
V
As sementes em vida foram plantadas
Todos os frutos serão colhidos
Entre o bem e o mal aguardado
Bondade e maldade divididas
VI
Então quando o corpo humano padecer
Na espera do paraíso ou das trevas
Tudo poderá ter que crer
Dentre todas as almas ainda resta
VII
Pouco se arrependerão pelos seus defeitos
Que há de dizer que têm as suas próprias razões
Por plantar e colher sem ter jeito
Humilhar fazendo partes dadas das questões
VIII
No de correr de cada hora de vida
Buscando destruir o seu próprio irmão
Quando fores gerar intriga
Sem conseqüência da decisão
IX
Tudo que escrevi já está escrito
De uma forma ou de outra
Dos conselhos bondade ou maldito
X
Então sofrerão ou serão amados
Quando no final chegar ao paraíso
Os que fizeram o mal serão perdoados
Quando se arrependerem de coração


XI
Ouvirão a voz de nosso pai Deus
Dando o todo veredicto aos homens
Entre o bem e a maldade as medidas dos teus
Que levarão ao final das margens
XII
Agora com toda calma espero por tudo
Perdoar para ser perdoado, sempre e afirmo
Que em troca receberemos o que fizemos nesse mundo
E toda justiça será prevalecida sem haver o contorno
Saberemos por fim a toda realidade
Chegando para nós a Cidade Santa

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